A CD Projekt RED surpreendeu os fãs ao anunciar oficialmente Songs of the Past, nova expansão para The Witcher 3: Wild Hunt, enquanto reforça novamente o interesse contínuo em expandir o universo de Geralt de Rívia. Além disso, a empresa confirmou que o lançamento acontecerá em 2027 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series S|X, o que amplia ainda mais o ciclo de vida do título e, consequentemente, mantém o RPG relevante em meio à nova geração de consoles.
O anúncio e o contexto do retorno
Medallion's humming... that can only mean one thing! It's time to announce The Witcher 3: Wild Hunt - Songs of the Past! ⚔️
— The Witcher (@thewitcher) May 27, 2026
This brand new expansion for The Witcher 3: Wild Hunt will take you to the Path with Geralt of Rivia once more. It’s being co-developed with @Fools_Theory… pic.twitter.com/rrcPXppgdc
Inicialmente, a CD Projekt RED construiu o anúncio de forma gradual e estratégica. Em primeiro lugar, rumores circularam por meses sobre um possível retorno do jogo, e, logo em seguida, a desenvolvedora intensificou a expectativa do público. Posteriormente, a conta oficial de The Witcher publicou a mensagem enigmática “O medalhão está vibrando… isso só pode significar uma coisa”, o que, portanto, antecipou a confirmação da expansão e reforçou o impacto do anúncio nas redes sociais.
Além disso, a comunicação da empresa não apenas confirmou o conteúdo, mas também conectou a novidade diretamente ao apelo emocional da franquia, o que, por sua vez, aumentou significativamente o engajamento da comunidade.
Desenvolvimento e parceria estratégica
Simultaneamente, a CD Projekt RED revelou que desenvolve Songs of the Past em parceria com a Fool’s Theory, estúdio que também participa do remake do primeiro The Witcher utilizando a Unreal Engine 5. Dessa forma, a colaboração reforça a estratégia da empresa de distribuir projetos entre estúdios experientes, enquanto mantém a consistência narrativa e técnica da franquia.
Além disso, o comunicado oficial descreve a expansão como a “terceira expansão” de The Witcher 3: Wild Hunt, o que, consequentemente, indica um escopo semelhante ao de Hearts of Stone e Blood and Wine. Assim, a CD Projekt RED posiciona o novo conteúdo em um patamar elevado, especialmente porque as expansões anteriores ainda recebem reconhecimento como referências dentro do gênero RPG.
Expansão do conteúdo e legado da franquia
Por outro lado, o retorno de Geralt como protagonista reforça a continuidade narrativa e, ao mesmo tempo, preserva a identidade central da franquia. Além disso, a estrutura da expansão sugere novas histórias e possivelmente novas regiões, o que amplia ainda mais o universo já estabelecido.
Consequentemente, a CD Projekt RED não apenas revisita um dos seus maiores sucessos, mas também prolonga a relevância do jogo em um cenário cada vez mais competitivo. Portanto, o anúncio não funciona apenas como conteúdo adicional, mas também como uma reafirmação do valor da franquia no mercado atual.
Mudanças técnicas na versão de PC

Além do conteúdo narrativo, a empresa também confirmou mudanças importantes na versão de PC. A partir da próxima atualização, o jogo exigirá Windows 11, DirectX 12, SSD, 12 GB de RAM e placas de vídeo com pelo menos 6 GB de VRAM. Dessa maneira, a CD Projekt RED busca alinhar o desempenho do jogo às tecnologias mais recentes, enquanto abandona gradualmente o suporte ao Windows 10.
Além disso, essa decisão acompanha o fim do suporte oficial ao sistema operacional e, simultaneamente, prepara a base técnica do jogo para futuras melhorias de desempenho e estabilidade. Portanto, a atualização não apenas moderniza a experiência, mas também sustenta a longevidade do título em hardware contemporâneo.