EA assegura estabilidade imediata após aquisição bilionária
EA garante estabilidade após aquisição bilionária
A Electronic Arts (EA) confirmou que não realizará mudanças imediatas em sua força de trabalho após anunciar que será adquirida por um consórcio de investidores em um acordo avaliado em US$ 55 bilhões. Além disso, em documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), a empresa afirmou que os empregos, equipes e atividades diárias dos funcionários permanecerão inalterados no curto prazo. Portanto, a companhia reforçou que sua cultura interna continuará a mesma, preservando seus valores essenciais.
Compromisso com a cultura e os talentos
Segundo a EA, seus princípios de criatividade, pioneirismo, paixão, determinação, liderança e trabalho em equipe continuarão a orientar todas as operações da empresa. Nesse sentido, “o consórcio apoia e está comprometido em investir em nossos talentos excepcionais e em nossa forte cultura”, declarou a companhia. Assim, a editora busca tranquilizar funcionários e parceiros de que o foco em inovação e qualidade permanecerá intacto.
Mais agilidade para inovação
O comunicado também destacou que a aquisição permitirá à EA operar com mais flexibilidade e agilidade, favorecendo o desenvolvimento de novos projetos. Com efeito, “com um horizonte de investimento mais longo, teremos maior liberdade criativa e operacional para impulsionar a inovação e construir a próxima geração de experiências de entretenimento”, afirmou a empresa. Portanto, espera-se que essa transação abra caminho para experiências ainda mais envolventes no universo dos jogos eletrônicos.
Detalhes da transação
A conclusão da compra está prevista para os próximos seis a nove meses, enquanto não se prevê alterações na equipe executiva. O consórcio de aquisição inclui o Public Investment Fund (PIF) da Arábia Saudita, a Silver Lake e a Affinity Partners. Consequentemente, as empresas passarão a deter 100% da EA, mantendo o PIF sua participação já existente na editora de jogos.
Além disso, segundo jornalistas, a dívida de US$ 20 milhões contraída durante o processo de venda precisará ser quitada pelo novo proprietário dos títulos, reforçando a responsabilidade financeira do consórcio.











