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Jogo de bruxas do criador de Assassin’s Creed chega em agosto, mas prévias revelam problemas

1666: Amsterdam

1666: Amsterdam, o aguardado jogo de bruxaria e elementos sobrenaturais criado por Patrice Désilets, um dos responsáveis pela criação de Assassin’s Creed, finalmente ganhou uma data para chegar ao Acesso Antecipado. O título será lançado em 25 de agosto de 2026 para PC, com versões disponíveis no Steam e na Epic Games Store.

Além da proposta ambiciosa, o jogo também carrega uma história bastante complicada. O projeto passou por anos de disputas jurídicas envolvendo Désilets e a Ubisoft, até finalmente ressurgir sob o comando da Panache Digital Games, estúdio responsável por transformar a ideia em uma experiência jogável.

O que esperar do Acesso Antecipado de 1666: Amsterdam

Segundo Patrice Désilets, a versão de Acesso Antecipado de 1666: Amsterdam oferecerá aproximadamente 10 horas de gameplay. Embora seja uma quantidade considerável de conteúdo para uma primeira versão, esse material representa menos da metade do que a Panache Digital Games pretende disponibilizar quando o jogo estiver completo.

Por enquanto, a duração exata do Acesso Antecipado ainda não foi definida oficialmente. No entanto, o estúdio espera permanecer nessa fase por pelo menos um ano, utilizando o período para aprimorar sistemas, corrigir problemas técnicos e incorporar o feedback da comunidade.

Além disso, os jogadores interessados em conhecer o projeto antes do lançamento já podem experimentar um prólogo jogável de 1666: Amsterdam. A demonstração apresenta algumas das principais ideias do jogo, incluindo sua estrutura baseada em diferentes linhas do tempo e os sistemas de investigação e poderes sobrenaturais.

Inicialmente, algumas dessas mecânicas podem parecer confusas. Entretanto, conforme mais elementos são apresentados, a proposta começa a fazer mais sentido e revela melhor a identidade do projeto.

Primeiras prévias apontam potencial, mas também problemas

As primeiras prévias de 1666: Amsterdam destacam principalmente o potencial criativo do jogo. A ambientação sombria da Amsterdã do século XVII, a narrativa e os sistemas de investigação aparecem entre os aspectos mais elogiados.

Da mesma forma, a relação entre Noa e Aaron, os poderes de bruxa, as mecânicas de infiltração e os elementos roguelite chamaram a atenção da imprensa. O sistema roguelite, inclusive, foi apontado pelo Eurogamer como um dos momentos em que o jogo finalmente começa a mostrar sua verdadeira identidade.

Já o GamesRadar+ destacou a liberdade oferecida aos jogadores para encontrar diferentes maneiras de cumprir os objetivos.

Por outro lado, as prévias também deixam claro que 1666: Amsterdam ainda está longe de parecer um produto finalizado. Diversos veículos identificaram problemas no estado atual do jogo, principalmente relacionados ao combate, movimentação, inteligência artificial dos NPCs, bugs e desempenho.

A TheGamer criticou a forma como o jogo recompensa a exploração, enquanto a PC Gamer observou que algumas das melhores ideias do projeto parecem aparecer apenas nas partes mais avançadas da experiência. O GameSpot, por sua vez, foi mais duro ao avaliar que o título ainda precisa de bastante trabalho antes de atingir todo o potencial apresentado inicialmente.

Portanto, a impressão geral da imprensa é bastante clara: 1666: Amsterdam possui boas ideias e uma identidade própria, mas ainda precisa de muito refinamento. O Acesso Antecipado será justamente a oportunidade para a Panache Digital transformar esse potencial em uma experiência mais consistente e polida.

Uma história envolvendo bruxas, gatos e diferentes épocas

A premissa de 1666: Amsterdam também chama atenção por sua originalidade. A história acompanha três personagens distintos conectados por acontecimentos sobrenaturais que atravessam diferentes períodos.

Um deles é Noa, uma bruxa que vive na Amsterdã do século XVII. O segundo é Aaron, um homem comum que vive em 1999. Já o terceiro personagem é um descendente de Noa que vive nos tempos atuais e precisa investigar os acontecimentos que conectam os dois protagonistas.

A ligação entre Noa e Aaron acontece por meio da magia. Em 1666, Aaron acaba se transformando no gato familiar de Noa. Já em 1999, a situação se inverte, fazendo com que Noa se torne o gato de Aaron.

Essa estrutura permite que o jogador explore diferentes períodos históricos enquanto tenta compreender como os acontecimentos de séculos distintos estão relacionados.

1666: Amsterdam será lançado para quais plataformas?

O Acesso Antecipado de 1666: Amsterdam será lançado para PC, com versões disponíveis no Steam e na Epic Games Store. As versões para consoles também estão nos planos da Panache Digital Games, mas chegarão posteriormente.

Quando 1666: Amsterdam será lançado?

1666: Amsterdam chegará ao Acesso Antecipado em 25 de agosto de 2026, exclusivamente para PC.

Quanto tempo 1666: Amsterdam ficará em Acesso Antecipado?

A Panache Digital Games ainda não estabeleceu uma data definitiva para o fim do Acesso Antecipado. No entanto, a expectativa do estúdio é permanecer nessa fase por pelo menos um ano, permitindo que a equipe trabalhe nas melhorias com base no feedback dos jogadores.

1666: Amsterdam terá versões para consoles?

Sim. A Panache Digital Games confirmou que pretende levar 1666: Amsterdam aos consoles. Contudo, essas versões serão lançadas posteriormente à edição de PC e, até o momento, não possuem data de lançamento ou plataformas específicas confirmadas.

 

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