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Produtor de Time Stranger reforça: comparação entre Digimon e Pokémon precisa acabar

Digimon Story: Time Stranger

Comparações entre Digimon e Pokémon: a visão do produtor de Time Stranger

As comparações entre Digimon e Pokémon sempre acompanharam as duas franquias ao longo dos anos. No entanto, para o produtor Ryosuke Hara, isso não representa um problema real; pelo contrário, ele acredita que os jogadores podem aproveitar esse paralelo desde que, ao mesmo tempo, reconheçam o que torna cada universo único. Além disso, durante uma entrevista recente, Hara afirmou que Digimon Story: Time Stranger, lançado em outubro, surge justamente para destacar essas particularidades que diferenciam uma série da outra.

Semelhanças existem, mas os caminhos seguem direções distintas

Segundo o produtor, é natural que os fãs comparem Digimon e Pokémon, principalmente porque, em ambas as franquias, o jogador coleciona criaturas. Ainda assim, Hara reforça que essa semelhança é apenas superficial. Afinal, Digimon e Pokémon seguem caminhos totalmente distintos e apresentam conceitos centrais diferentes, tanto em estrutura narrativa quanto em proposta de mundo.

Ele comentou que muitos jogadores gostam das duas marcas e, por isso, colocar ambas lado a lado se torna algo esperado. Mesmo assim, Hara destacou que cada uma possui pontos fortes específicos e que essas qualidades ficam ainda mais claras à medida que o público experimenta Time Stranger com atenção.

Como Time Stranger evidencia as particularidades da franquia

Para reforçar essas diferenças, a equipe decidiu tornar o novo jogo mais acessível—especialmente porque muitos jogadores nunca tiveram contato direto com Digimon. Por esse motivo, o protagonista inicia a história como um agente secreto que não sabe absolutamente nada sobre essas criaturas. Dessa forma, o jogador aprende junto com ele e, consequentemente, a narrativa cria mistérios desde os primeiros instantes, envolvendo tanto iniciantes quanto veteranos.

Conforme a trama avança, o jogo apresenta de forma gradual o papel dos Digimon, explicando como eles se relacionam com o mundo ao redor e por que são tão importantes. Além disso, Hara comentou que a equipe tomou uma decisão estratégica: em vez de levar o jogador imediatamente ao Mundo Digital, o jogo o mantém no mundo real por um tempo. Assim, a transição se torna mais impactante e aumenta a sensação de descoberta.

Mistérios, ritmo e imersão constante

De acordo com o produtor, explorar apenas o apelo de Digimon poderosos, como os Olympos XII, atrairia apenas fãs antigos. Por isso, a equipe introduziu diversos mistérios no início, todos pensados para despertar curiosidade e incentivar qualquer jogador a seguir adiante. Posteriormente, nos capítulos intermediários, o jogo aprofunda os conceitos envolvendo os Digimon, sempre buscando um ritmo natural e envolvente.

Adicionalmente, deixar o jogador explorar o mundo real antes do Mundo Digital gera uma imersão maior, já que, quando a transição acontece, o impacto emocional se torna significativamente mais forte.

Um lançamento bem recebido pelo público e pela crítica

A estratégia funcionou. Atualmente, Digimon Story: Time Stranger acumula média 80 / 79 no Metacritic, dependendo da plataforma. Desse modo, o novo título consolida um momento extremamente positivo para a franquia, equilibrando nostalgia, inovação e acessibilidade para diferentes perfis de jogadores.

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