Polêmica envolvendo jogadora da G2 movimenta o cenário brasileiro
A jogadora profissional de VALORANT Amy Lai, da G2 Esports, entrou no centro de uma grande polêmica após publicar, e depois deletar, um post com um emoji de macaco ao mencionar o MIBR. Embora a intenção inicial parecesse apenas criar expectativa para o confronto no VALORANT Champions Tour 2025, marcado para quinta-feira (27), o uso do emoji acabou desencadeando uma forte reação da comunidade. Assim, a situação cresceu rapidamente e passou a dominar as discussões nas redes sociais.
Como a publicação desencadeou a controvérsia
No post original, Amy comentou:
“2-1 vs Team Liquid. A última rodada vai me assombrar até nos sonhos. Amanhã iremos contra a MIBR. 🦧”.
Logo após a publicação, muitos usuários perceberam o emoji e, consequentemente, começaram a relacioná-lo a contextos racistas frequentemente associados a ataques contra brasileiros. Dessa forma, a postagem ganhou repercussão instantânea, o que levou Amy a apagá-la pouco tempo depois. Entretanto, mesmo com a exclusão, o debate já estava amplamente estabelecido.
Pedido de desculpas e justificativa da atleta
Diante da reação negativa, Amy Lai decidiu se manifestar e, portanto, publicou um pedido de desculpas. Segundo ela, o emoji foi usado sem qualquer conhecimento prévio sobre sua conotação ofensiva quando direcionado a brasileiros. Assim, a jogadora explicou:
“Eu não tinha ideia sobre o contexto por trás desse emoji. Eu amo a comunidade brasileira e nunca a desrespeitaria intencionalmente.”
Embora a explicação tenha sido recebida de maneira diversa, ela tentou diminuir a tensão e demonstrar respeito pelo público brasileiro.
Reação de ocelote intensifica o debate
A situação, entretanto, ficou ainda mais intensa quando Carlos “ocelote” Rodríguez, fundador da G2 Esports, decidiu responder a um fã brasileiro usando o mesmo emoji. Mesmo apagando a mensagem posteriormente, ele continuou criticando aqueles que cobravam responsabilidade da jogadora. Assim, ocelote declarou:
“Só pessoas fracas focam em raça. Deixem a mulher em paz, seus gárgulas.”
Esse comentário, portanto, reacendeu a polêmica e gerou ainda mais indignação entre torcedores e influenciadores.
Comunidade brasileira reage e MIBR se posiciona
A comunidade brasileira de VALORANT, então, passou a se manifestar com ainda mais força. Diversos criadores de conteúdo, jogadores e torcedores exigiram respeito às equipes nacionais e, além disso, cobraram uma resposta da Riot Games, que ainda não se pronunciou. Assim, a polêmica se espalhou por várias plataformas e destacou, mais uma vez, o incômodo com episódios de xenofobia no cenário competitivo.
Por fim, ao ser questionado, o MIBR informou que não divulgará um posicionamento oficial, mas continuará acompanhando o caso e observando a repercussão em torno do incidente.

