Entre os destaques, alguns veículos elogiaram bastante a proposta criativa do jogo, enquanto outros adotaram uma visão mais equilibrada ou crítica:
- VGC – 100: destaca a criatividade constante e as ideias inovadoras espalhadas ao longo da aventura, classificando-o como um plataforma brilhante e único.
- COGconnected – 90: elogia o ritmo envolvente e a sensação contínua de descoberta, além dos desafios presentes nas fases mais avançadas.
- Checkpoint Gaming – 85: reforça a acessibilidade e o foco na criatividade, apontando o jogo como uma experiência acolhedora e recompensadora.
- Game Informer – 78: considera o título um puzzle criativo com forte identidade visual, mesmo sem grande nível de desafio.
- Gamereactor – 70: reconhece a proposta voltada para públicos mais jovens, mas aponta a dificuldade quase inexistente como um possível problema.
- GameSpot – 70: descreve o jogo como uma experiência baseada em exploração e experimentação, mais do que habilidade.
- IGN – 60: critica a falta de profundidade e o pouco aproveitamento de ideias promissoras, o que compromete o potencial do jogo.
Uma experiência charmosa, mas divisiva
Assim, enquanto Yoshi and the Mysterious Book se destaca pelo visual encantador e pela abordagem criativa, ele também divide opiniões por sua simplicidade excessiva. Portanto, embora funcione muito bem como uma experiência relaxante e acessível, pode não agradar jogadores que buscam desafios mais complexos ou mecânicas mais profundas.

